Iceberg

4 de jun de 2009



Quando penso que sou fraca, incapaz, indiferente algo sem nome grita dentro de mim, o peito explode na dor. A fragilidade aflora e então entendo que não sou indestrutível. O Sonho existe mas não é alimentado, as sementes estão à mostra mas não há terra fértil.
O Combate das forças entre o ser capaz e o nao ser capaz faz meu coração destroçavel. A máscara da falsa autoestima começa a pesar na face desolada e a visão se torna embaraçada.
O vício inerente em querer ser o que não sou, e o que nunca serei, atrofia meus ossos e enfraquece minha estrutura, isola-me do meu próprio ser fazendo-me perdida dentro das minhas próprias misérias.
É inescrúpula minha sensatez quanto à desmotivação alheia, mas inescrupula ainda é minha estupidez ao lidar com minhas próprias mazelas.

A pérola é formada de um simples grão de areia, o diamante sofre um processo longo de lapidação afim de reluzir seu brilho. A sequóia, árvore maior e mais forte do mundo, entretanto, é formada por uma semente do tamanho de um grão de mostarda.
O IceBerg, ah o IceBerg... este sim é especial, porque por mais limpido que seja o mar é impossível enxergar o seu tamanho real se não visto com os olhos do coração. ◦
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1 comentários:

brotandoreflexoes disse... Responder

Achei um pouco triste o seu post. Mas, de certa forma, algumas máscaras precisam realmente cair.

Boa semana.

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